Podemos ser a estrada tranqüila, muitas vezes percorrida, ou o pequeno atalho, oculto, desconhecido. Podemos ser o carvalho gigante, acolhedor, ou a pequena árvore, quase sem folhas ou flor. Podemos ser o oásis de sonhos e de carinho, ou a areia escaldante, deserta de vida e de amor.
O que és, o que sou, o que somos, é algo muito íntimo que nos leva à reflexão profunda, minuciosa. Mas é também a consciência do valor daquela missão que, num momento especial, quisemos realizar. E possa ela ser presença ou ausência, em seu significado. Somente a nós caberá a responsabilidade daquilo que formos ou deixarmos de ser. Do que aceitarmos ou deixarmos de aceitar. Do que distribuirmos ou não pudermos distribuir. Por não havermos apreendido a verdadeira mensagem... E a vida, o mundo e a própria humanidade será mais feliz, mais rica de significação. Se o homem entender que seu papel é o que ele aceitou desempenhar, na parcela do tempo que o separa da própria eternidade.
Lá vou eu, novamente, falar sobre relacionamentos. Esse tema tão controverso que nos faz perder o sono de noite e imaginar mil fantasias. Já falei das ilusões e das desilusões e, hoje, queria falar sobre um tema que é a coisa mais comum de escutarmos: quero um amor para me completar.
Essa frase é tão comum que acreditamos mesmo que ela seja verdadeira. Essa crença de que somos incompletos vem dos tempos de Platão. Segundo a sua teoria, o ser humano era uma forma inteira, completa. Lá pelas tantas os Deuses resolveram nos condenar nos dividindo em dois e fazendo com que passássemos a vida toda procurando a nossa “outra metade”. Talvez Platão nem estivesse realmente querendo ser tão literal, mas o que nós entendemos é que precisávamos perder tempo procurando o que chamamos de alma gêmea, aquela pessoa que irá nos completar em tudo, de todas as formas e nos fará sentir algo inimaginado, inigualável, incomparável.
De fato, algumas pessoas já se sentiram assim quando no estado de paixão. E é difícil se apaixonar dessa maneira mais de uma vez na vida. Isso porque o estado de paixão sugere, primeiramente, ilusão. E o futuro das ilusões nos sabemos qual é: a desilusão. Imaginamos que aquela pessoa é a nossa cara metade e nos apaixonamos mais pela idéia, mais pelo amor, do que pela pessoa em si. Claro que quando isso acontecer de novo pensaremos “aqui não” por conta de feridas que acabaram por não cicatrizar e nos fechamos para viver novamente esse estado de entrega. O que não é de todo insalubre, já que não faremos nos iludir novamente. Mas que não é de todo saudável, já que muitas pessoas decidem nunca mais se apaixonar.
De fato, amor sugere entrega. Entrega à intimidade com o outro. E por intimidade não estamos aqui entendendo só o sexo. Intimidade é deixar o outro fazer parte da sua vida. Fazer parte da lavanderia no domingo, da macorronada em família. Deixar ele descobrir os seus segredos mais sórdidos e, ainda assim, achar isso lindo. Não o lindo social, propaganda de margarina. Mas o lindo da nossa aceitação. Intimidade só é possível quando nos aceitamos. Como vamos deixar alguém entrar na nossa vida, ver segredos que nem a gente aceita? Se não nos aceitamos, não aceitaremos o outro e a intimidade estará incompleta.
Muitos e muitos casais vivem relacionamentos sem a menor intimidade. Moram sob o mesmo teto por anos e nunca revelaram seus segredos ao outro. Não estou falando do real número de homens com quem você dormiu antes de se casar, mas aqueles segredos que são ainda mais íntimos: as nossas dores, aquilo que nos faz chorar, sofrer; as nossas brigas com a gente mesmo, o que nos assusta, o que nos dá medo. Compartilhar essas coisas exige coragem porque nem nós mesmos conseguimos admiti-las, muitas vezes. E ser íntimo do outro exige que você seja íntimo de você.
A falta de intimidade também afeta, claro, a parte sexual. Ficamos sem coragem de pedir o que queremos para o nosso parceiro ou parceira. Encanamos com as gordurinhas, como se isso fosse afastar o amor que o outro sente pela gente. Fingimos orgasmos maravilhosos, noites perfeitas que nem nos lembramos direito e acabamos só fazendo o que agrada o outro, para não contrariar, sabe?
E, no final, ainda nos sentimos pela metade, incompletos. Isso porque a completude nunca, sob hipótese nenhuma, nem na maior das intimidades, está no outro estar ou não presente. Não estamos completos com o outro, somos completos pela gente mesmo. O que muitas vezes nos falta é integrar as nossas verdadeiras partes. Aquela pessoa que somos de verdade, mas que em algum ponto do caminho resolvemos abandonar. Ou porque a achamos maluca demais, inconveniente. Ou porque escutamos uma crítica qualquer e acreditamos nela. Mas o fato é que nunca seremos realmente felizes enquanto não encontramos a nossa verdadeira alma gêmea, dentro de nós.
E aí, com certeza, será muito mais fácil viver um relacionamento com qualquer outra pessoa. Uma pessoa que tenha a ver com o seu momento e que lhe traga bonitas e importantes lições. Porque somos eternos e muitos, muitos parceiros e lições ainda passarão pela nossa vida. Independentemente de qualquer coisa. Então, que tal abrir o coração para a sua alma gêmea interior? Perceber mais a você e sair da ilusão, do maya, de que o outro lhe fará feliz? Seja feliz agora, com essa companhia maravilhosa que é você mesma.
Andrea Pavlovitsch Psicoterapeuta holística. Atende em tarô e psicoterapia holística com o uso de florais, além de mapas numerológicos pessoais e empresariais. (11)8132-7126 e (11)4105-4674 MSN: teixeira_psi@hotmail.com andreapavlovitsch@uol.com.br * Os créditos acima sempre devem acompanhar o texto * A U T O R I Z A Ç Ã O D E P U B L I C A Ç Ã O O texto acima pode ser publicado gratuitamente como colaboração para seu site, revista, jornal ou e-zine, desde que o conteúdo seja mantido na íntegra, inclusive, os créditos do autor que permanece com todos os direitos autorais.
01/07/2008 - 12h07 George W. Bush, candidato imbatível para o Nobel da Paz
Por Roberto Sávio*
Roma, julho/2008 – Com a provável chegada de Barack Obama à Casa Branca, George W. Bush se converteu em um pato coxo, muito mais que outros presidentes próximos do fim de seus mandatos. A incomum alta participação nas eleições primárias evidenciou o afã dos norte-americanos de se livrarem de uma administração que é considerada a pior da história dos Estados Unidos.
Mas, se julgarmos a Presidência Bush objetivamente, isto é, pelos resultados, creio que chegou o momento de os amantes da paz e da cooperação internacional nos unirmos para conceder-lhe o merecido reconhecimento formal como o presidente norte-americano que mais fez para criar um mundo democrático, mais justo e no qual as velhas teorias sobre a força militar e o destino manifesto da superpotência estão profundamente em crise.
A primeira contribuição fundamental de Bush é a de demonstrar que o unilateralismo já não pode funcionar em um mundo cada vez mais multipolar. As previsões sobre a decadência norte-americana podem ser discutíveis, mas é indiscutível o peso crescente de países como Brasil, China e Índia. A política de Bush levou Washington a um maior isolamento, não a uma maior liderança. É simbólico que no começo de seu primeiro mandato as Nações Unidas estivessem em crise e o sistema Bretton Woods (Fundo Monetário Internacional e Banco Mundial) em posição dominante, enquanto no final de seu segundo governo o quadro aparece invertido.
Outra grande contribuição de Bush foi desmentir a teoria de que a guerra soluciona os conflitos. Que esta potência que gasta em armamentos tanto quanto os 14 países que a seguem esteja presa em um pântano, junto com seus aliados, nas duas guerras que empreendeu, apesar de seu vice-presidente Cheney ameaçar atacar todos os “Estados canalhas”, entre os quais Irã e Coréia do Norte, demonstra que é fácil destruir, enquanto é difícil ganhar uma guerra. O Iraque vai durar mais tempo na memória norte-americana do que o Vietnã.
A terceira contribuição é provar que sem respeito ao direito internacional não há consenso para a governabilidade. Não ter ratificado nenhum tratado internacional (começado por Kyoto), provocou uma irritação crescente, e em conseqüência o tratado contra as bombas de fragmentação foi ratificado por quase todos os países do mundo. E as práticas em Guantânamo e Abu Ghraib, o traslado de prisioneiros a países torturadores, declarar superada a Convenção de Genebra e legitimada a tortura em caso de guerra, e outras iniciativas semelhantes, isolaram os Estados Unidos e o destronaram como campeão da democracia e dos direitos humanos.
A quarta contribuição pode parecer menos importante, já menos importante, já que é apenas interna. A presidência norte-americana, que havia reivindicado faculdades extraordinárias sobre os poderes legislativo e judicial, agora enfrenta um clamor geral para que seja restabelecido o equilíbrio dos poderes constitucionais, base primária da democracia.
A quinta contribuição, pelo contrário, tem um valor universal. Bush provou que não se pode mentir e sustentar a impunidade do poder, quando hoje a cidadania quer, com mais convicção que nunca, que os governos sejam responsáveis e prestem contas aos seus eleitores. O trecho final do governo Bush mostra numerosos ex-funcionários da Casa Branca que através de livros, artigos e entrevistas, informam que a administração mentiu à opinião pública repetidas vezes – não apenas sobre o Iraque – e a manipulou deliberadamente. Após a retirada do poder, a prestação de contas de Bush e Cheney será ainda mais explosiva.
A sexta contribuição, seguramente a mais importante, é que graças a Bush os Estados Unidos perderam de maneira substancial seu direito de se considerar um país com um “destino manifesto”. Uma pesquisa do Boston Globo nos mostra que os cidadãos que acreditavam no “sonho americano”, ou seja, que a superpotência pode garantir aos seus cidadãos um futuro excepcional, agora são apenas 32% de quase 60% antes da chegada de Bush. A queda do dólar simboliza o profundo declínio dos Estados Unidos como nação imperial e guia do mundo. Nunca, segundo as pesquisas, esse país perdeu tanto prestigio. Depois do 11 de Setembro, todo o mundo se alinhou atrás do Comandante em Chefe de uma nação agredida. Hoje, as mesmas pesquisas dizem que uma parte importante da população mundial considera os Estados Unidos como o perigo mais sério para a paz internacional.
Por tudo isto, afirmo que Bush é um político excepcional, que em apenas oito anos conseguiu mudar profundamente seu país e o mundo. Duvido que com um presidente como Obama tivesse se formado uma oposição tão enorme quanto a do Fórum Social Mundial de Porto Alegre. A reação de centenas de milhares de pessoas que clamam contra o imperialismo e por um mundo diferente é o resultado da radicalização produzida nesse período. Sem ela, a formação de uma sociedade civil global certamente teria sido mais lenta. Por tudo isto, proponho – e solicito o apoio universal – que o próximo Prêmio Nobel da Paz seja concedido a George W. Bush. (IPS/Envolverde)
* Robeto Sávio, fundador e presidente emérito da IPS.
Assisti comovida ao documentário sobre a vida e a morte de Timothy Treadwell, um americano que passou 10 anos de idas e vindas ao Alaska para proteger os ursos. Ironicamente foi morto por um deles, em 2003, juntamente com a sua companheira que tinha medo deles. Seus amigos mais próximos de acampamento foram as raposas (mãe e filhotes), além dos ursos que sempre protegia contra a curiosidade e a desumanidade dos seres humanos. Supostamente o urso que o matou fora o que os guardas do local de preservação derrubaram com um forte tranquilizante para marcá-lo. No meu entendimento, esse fato foi suficiente para que este animal não mais quisesse proximidade com os humanos. Timothy o filmou poucas horas antes de morrer. Seus últimos momentos foram gravados em áudio, pois não houve tempo para retirar a tampa da lente da filmadora. Dizia ele que iria protegê-los mesmo que precisasse morrer por isso. E assim foi.
Identifiquei-me imediatamente com ele, embora não tivesse a coragem que ele teve. Mas entendi o seu amor por aqueles animais que ali estavam tentando sobreviver num habitat sem muitos recursos naturais. Já não havia peixes em abundância.
Estamos matando o planeta. Os sinais já estão mais do que visíveis com tudo o que já acontece no mundo. Eu poderia fazer uma lista quilométrica de tudo de errado que os humanos estão fazendo, mas prefiro falar do que podemos fazer para começar a reverter a situação.
A primeira medida, em caráter de urgência, é implantar definitivamente, como matéria obrigatória em todas as escolas desde o maternal até o último estágio na Universidade, a disciplina “AMOR À NATUREZA”. Mas com seriedade e não como vejo em algumas escolas onde essa aula é ir para um laboratório dissecar sapo ou encher uma sala de plantas e bichinhos para depois constatarem que nas férias de julho, não havia ninguém pra cuidar e morreram todos.
É parar de achar normal e se indignar quando a TV mostrar bichos fazendo “gracinhas” vestidos com roupas de humanos para distrair os telespectadores. Parar de ir aos circos que ainda teimam em usar animais, cruelmente treinados, para ganhar dinheiro com isso. É parar de dar bicho de estimação a uma criança sem que ela esteja preparada para tê-lo e muito menos os pais, aumentando ainda mais a fila de abandonados na porta da SUIPA, como se não bastassem as centenas que já existem lá.
Os animais vieram para esse planeta com algumas missões e provas, mas certamente tortura, desprezo e desrespeito não estão incluídos nelas. Muitas vezes, como ser humano, sinto vergonha, pois não reconheço nenhuma superioridade em nossa raça quando vejo acontecerem coisas assim. Soube pelos jornais que muitas pessoas viajaram deixando os seus animais domésticos dentro de seus apartamentos uivando, depois de muitos dias de solidão e de fome. Sinto vergonha, pois deveria haver leis mais rigorosas quanto aos maus-tratos e ao abandono aos que só nos demonstram amor.
Se há desprezo por aqueles que nos acompanham com total dedicação e afeto, o que pensar sobre a sorte dos chamados “animais selvagens”, que sempre sofrem a perseguição de caçadores que colocam suas cabeças como troféus em suas salas ou os capturam para comércio...
Pobres seres humanos! Quão pequenos somos diante de tanta grandeza e beleza da natureza! Como precisamos aprender com eles se quisermos reverter o quadro ruim que a cada dia se aproxima mais e mais! Pobres humanos que ainda estão longe de sua ascensão, enquanto não acordarem para a grandeza dos animais!
Muito bem, ontem completei 38 anos ....apesar de ter ficado mais velha (madura) rsrsrs....fiz uma análise rápida de minha vida e conclui que tenho muito o que aprender ainda.
Na verdade muita coisa já aprendi e desaprendi...que bom, muitas vezes é necessário desaprender para aprender de novo...entenderam????
Tenho muitas certezas como:
Ter como companhias pessoas que nos fazem bem, sejam elas amigos, companheiros, amigas, parentes, etc...
Odeio fofoca, preocupações com a vida alheia, tenho a minha que já me basta.
Amo de paixão todas as crianças.
A educação ambiental é o caminho mais rápido e certo para os problemas que nós causamos no planeta.
Os animais precisam de nossa atenção e carinho.
Que o ser já superou o ter há muito tempo.
Que cuidar da saúde é vital.
E que ter blogamigos é tão importante como ter amigos reais.
Um grande abraço para todos
Evelize
Não Há Problemas no Agora
“Tudo é uma questão de manter a mente quieta, a espinha ereta e o coração tranqüilo”. Este trecho da música de Walter Franco nos traz uma mensagem muito importante: para alcançarmos nosso “Eu Interior Mais Profundo” e nos sentirmos em perfeita unidade com o Criador, precisamos aquietar a mente e passar a agir com o coração.
Na maior parte do tempo, nossa mente não consegue ficar no “Agora”. Sempre inquieta, ela fica pulando de um pensamento para outro, perguntando se teria sido melhor fazer isso ou aquilo, se deveria estar neste lugar ou noutro e acreditando que a se tal coisa acontecer no futuro chegará a esperada felicidade. Tudo isso é ilusão.
Os grandes “iluminados” da história tiveram seu principal foco no Agora, sem buscarem satisfação no futuro para fugir de um “presente infeliz”. Eles faziam visitas rápidas ao passado somente quando necessário e não viam no futuro nenhuma promessa de salvação ou realização, pois tinham consciência de que O PRESENTE É QUE MOLDA O FUTURO. Vivendo no Agora, conseguiram acessar o “Verdadeiro Ser”.
Há várias formas de praticar o Agora: contemplar uma noite estrelada, prestar atenção a cada respiração durante uma caminhada, sentir o cheiro do sabonete ao lavar as mãos, apreciar a dança dos passarinhos, escutar o som de um riacho na montanha, ver as formas e cores das ruas e paisagens. Isto significa APROVEITAR COMPLETAMENTE CADA MOMENTO, SEM PENSAR NO QUE VIRÁ DEPOIS.
Este forte sentido de presença proporciona MUITA PAZ DENTRO DE VOCÊ e ajuda a romper com a resistência da mente ao momento presente. Sempre que a mente “fugir” do Agora, lembre-se de que você é capaz de permanecer nele não apenas por alguns segundos, mas por períodos mais longos.
Pergunte a si mesmo: você tem algum problema neste exato momento? Não amanhã ou daqui a 5 minutos, mas já. Você tem algum problema agora? Não, não tem, porque NÃO HÁ PROBLEMA NO AGORA.
Não espere pelo reconhecimento, pelos filhos crescerem, pela casa nova, pelas próximas férias, por um emprego novo, pelo que poderá ou não acontecer no futuro. Muitas pessoas passam a vida toda esperando para começar a viver. Se você não está satisfeito com o que possui hoje, mesmo que fique rico continuará sentindo que ainda falta alguma coisa. DESISTA DA ESPERA E VIVA O AGORA.
“Sinta o seu corpo interior, mesmo durante as rotinas do dia-a-dia. Sinta a serenidade bem lá no fundo. Mantenha a porta aberta. VOCÊ SENTIRÁ UMA PROFUNDA SENSAÇÃO DE PAZ EM ALGUM LUGAR LÁ NO FUNDO, UMA SERENIDADE QUE NUNCA ABANDONARÁ VOCÊ, NÃO IMPORTA O QUE ACONTEÇA LÁ FORA. Esse é o estado de conexão com a Fonte. É o que chamamos de iluminação” – Eckhart Tolle.
André Luiz dos Santos http://energiadecura.blogspot.com/
O mundo é lindo... Nós, que já demos umas voltinhas por aí sabemos que olhando pela janela, em dia de sol ou chuva... O ar é perfeito. Os sons da natureza entram pelo corpo. O cheiro da mata, do mar perfuma a alma. E a visão... fica a se deslumbrar com cada uma das paisagens, fazendo-nos lembrar o quão grandioso e maravilhoso é o Ser que fez tudo isso possível.
Por isso, é um momento de regozijo, de alegria sem fim e poder agradecer a oportunidade de fazer parte desse complexo dessa divindade, desse mundo iluminado. Levante os olhos e agradeça ao Criador porque só Ele é que pode tirar de você qualquer dor. Agradeça a Luz, o Sol e um novo amanhecer no qual poderá agora e sempre renascer.
Rosy Beltrão
27/06/2008 - 12h06 Água: A corrupção salpica os mais pobres
Por Erkan Kaptan, da IPS
Nações Unidas, 27/06/2008 – A escassez mundial de água é, fundamentalmente, um problema de governabilidade que tem raízes, entre outros fatores, na corrupção, segundo um novo informe da organização Transparência Internacional. Quase 1,2 bilhão de pessoas carecem de abastecimento constante de água. Mais de 2,6 bilhões vivem sem instalações sanitárias adequadas. De acordo com o Informe Global sobre a Corrupção 2008, elaborado pela Transparência, o uso excessivo e a contaminação transformaram os ecossistemas aquáticos no recurso natural mais degradado do mundo. O estudo, divulgado esta semana, prevê que mais de três bilhões de pessoas poderão viver em países que sofrem escassez de água, até 2025.
As conseqüências humanas da crise são devastadoras e afetam fundamentalmente mulheres e pobres, acrescenta o estudo. Segundo o informe, cerca de 80% dos problemas de saúde se relacionam com a qualidade da água ou com instalações sanitárias impróprias, e causam a morte de aproximadamente 1,8 milhão de crianças por ano, bem como a perda de 443 milhões de dias de aula para os que sofrem. Os Objetivos de Desenvolvimento do Milênio, adotados pela Assembléia Geral da Organização das Nações Unidas em 2000, contemplam, entre outras metas, reduzir pela metade a proporção de pessoas que vivem sem instalações sanitárias adequadas, até 2015, com relação aos níveis de 1990.
Entretanto, especialistas afirmam que esse objetivo, e outros, não poderão ser atingidos se não se encarar o problema da corrupção. “Não afeta apenas os objetivos referentes diretamente à água, mas também outros aspectos com a taxa de analfabetismo”, disse Hakan Tropp, da Rede de Integridade da Água. “As meninas que devem andar 10 quilômetros para apanhar água perdem tempo que poderia ser dedicado aos estudos”. O informe da Transparência dá atenção a vários setores-chave, o primeiro sendo o manejo dos recursos hídricos, que contempla a preservação, sustentabilidade e o uso eqüitativo de um elemento que carece de substitutos. O informe destaca que a corrupção freqüente fica impune pelo conluio entre o setor privado e elites poderosas.
“Há apenas 15 anos era legal em muitos países que uma grande empresa deduzisse de seus impostos o custo dos subornos pagos para obter um contrato”, disse Donald O´Leary, assessor da Transparência. Na China, o emprego de subornos para evitar o cumprimento das regulamentações ambientais determinou a contaminação de aqüíferos em 90% das cidades, enquanto a água de 75% dos rios que atravessam zonas urbanas não é própria para beber nem para pesca. O estudo diz que a corrupção se encontra ao longo de toda a cadeia de fornecimento de água, desde a criação de políticas até destinações orçamentárias para os sistemas de faturamento do serviço. Afeta todos os países, ricos ou pobres, e tanto o setor privado quanto as empresas públicas.
Nos países ricos, a maioria dos casos de corrupção está ligada à destinação de contratos para construir e operar a infra-estrutura municipal do serviço de água, um mercado de US$ 210 bilhões por ano na América do Norte, Europa ocidental e Japão. No caso das nações em desenvolvimento, estima-se que a corrupção aumente em até 30% o custo da ligação de uma casa à rede de esgoto. “Considerando a corrupção no setor da água e os custos associados com a mudança climática, estima-se que alcançar os Objetivos de Desenvolvimento do Milênio exigirá US$ 50 bilhões adicionais”, afirmou a diretora da Transparência Internacional, Huguette Labelle.
O informe também analisa o problema da irrigação, que representa 70% do consumo mundial de água e ajuda a produzir 40% dos alimentos. Os sistemas de irrigação podem ser monopolizados por grandes consumidores, alerta o estudo. No México, 20% dos produtores rurais, os mais ricos, recebem mais de 70% dos subsídios para irrigação. A corrupção nesta área agrava a pobreza e a insegurança alimentar. Os projetos hidrelétricos, que exigem enormes volumes de investimento, estimados entre U$$ 50 bilhões e US$ 60 bilhões anuais durante as próximas décadas, podem ser um campo fértil para a corrupção no projeto e execução de grandes represas em todo o mundo.
O manejo da água é considerado um tema eminentemente técnico na maioria dos países, diz o estudo, e envolve uma grande quantidade de fundos públicos, o que supõe um alto risco de corrupção. O investimento privado no setor está em aumento em países que já eram conhecidos por sua exposição à corrupção. Fornecedores informais continuam desempenhando um papel fundamental no fornecimento de água aos pobres e à corrupção neste serviço essencial afeta mais os mais fracos. Mas, quando os governos estabelecem mecanismos de prestação de contas a situação pode melhorar, diz o informe.
“Na cidade indiana de Bangalore, nos últimos 10 anos, se permitiu à população avaliar os serviços públicos e isto levou a melhoria no abastecimento de água e serviços sanitários. Isto mostra que os cidadãos podem fazer algo, realizar ações em nível local”, disse Tropp. O informe adverte que a luta contra a corrupção não deve alterar o estilo de vida dos pobres. Por exemplo, erradicar os fornecedores informais é eliminar uma alternativa importante para que as pessoas de menos recursos tenham acesso à água. Por outro lado, recomenda fortalecer a regulamentação do manejo e uso da água, assegurando uma competição justa e sistemas de prestação de contas na concessão de contratos. Além disso, propõe a adoção de mecanismos transparentes e participativos como princípios reitores da governabilidade neste setor. (IPS/Envolverde)
"Das muitas lições que aprendi, esta é a que mais engrandece: Jamais permitir instalar-se no santuário de meu coração a semente do ódio que nasce do fruto chamado medo. Medo de perder. Medo de não ser. Medo de não ter e querer. Medo de nada saber. Medo de simplesmente aceitar, entregar-se. . . Medo de ser humilde, simples, puro".
Buda
26/06/2008 - 05h06 Rede conecta pessoas que querem doar com aquelas que querem receber
Por Redação Akatu
Todo mundo tem, pelo menos, um objeto que não utiliza mais, mas ainda está em condições de uso. Isso quando não se trata de um monte de coisa que ocupa um cômodo inteiro, o famoso “quartinho de bagunça”. Ele acaba resistindo a toda iniciativa de arrumação, você não consegue encontrar alguém que se interesse por aquela “tranqueira”, tem pena de jogar fora, e o objeto continua lá, parado e ocupando espaço. Para resolver essa situação tão comum, surgiu o Freecycle Network (http://www.freecycle.org).
O Freecycle é uma organização sem fins lucrativos, criada em 2003, a partir de um e-mail de Deron Beal, um norte-americano do Arizona, anunciando a criação de uma rede de contatos entre pessoas interessadas em doar artigos e outros interessados em recebê-los. A idéia se espalhou rapidamente, ultrapassou as fronteiras da cidade de Tucson, onde nasceu, e hoje está presente em 75 países, entre eles o Brasil. Atualmente, no mundo, são 5,15 milhões de usuários, divididos em 4.375 grupos locais. No Brasil, existem grupos em Brasília, São Paulo, Rio de Janeiro, Niterói, Curitiba, Porto Alegre e Uberlândia. A capital paulista já conta com mais de 500 usuários cadastrados. E, segundo Carlos Simões, moderador do grupo de São Paulo, recebe cerca de 20 novos participantes a cada semana.
De acordo com os organizadores do site, o fato de os cadastrados no Freecycle doarem algo que jogariam fora evita que cerca de 300 toneladas de “lixo” sejam geradas, diariamente, ocupando aterros sanitários e lixões. Se esse volume fosse colocado em caminhões, após um ano, os veículos empilhados formariam uma montanha quatro vezes maior que o monte Everest.
Para participar do Freecycle, o procedimento é simples. O interessado procura o grupo mais próximo de sua cidade e se cadastra. A partir daí estará fazendo parte da lista de e-mails desse grupo, que geralmente é moderado por um usuário voluntário. A pessoa que quer doar um objeto - pode ser qualquer coisa, desde que seja de graça, dentro da lei, e apropriado para todas as idades - envia um e-mail anunciando. Os interessados entram em contato com essa pessoa, que escolhe quem será o “presenteado” (se houver mais de um) e responde diretamente ao escolhido indicando o dia e o local onde o objeto poderá ser retirado. Em São Paulo, por exemplo, as ofertas vão de aparelhos de DVD necessitando apenas de conserto, a disquetes ou filhotes de cachorro.
Para criar um novo grupo, o interessado deve atender a alguns pré-requisitos, como morar na área em que está criando o grupo e dispor de algum tempo para moderar as mensagens, além de outras qualificações que podem ser consultadas em http://www.freecycle.org/startagroup. Por ter sido o primeiro a trazer o Freecycle para o Brasil, Carlos Simões é sempre consultado pela organização norte-americana antes de autorizar a abertura de um novo grupo. Por isso, ele pode ser um bom canal para quem está interessado em organizar uma comunidade do Freecycle em sua cidade.
O objetivo da rede é, além de estimular “um senso de generosidade” e fortalecer os laços comunitários, promover a sustentabilidade e o hábito da reutilização. “Esperamos que cresça cada vez mais, porque não deixa de ser um site ambiental e de consumo consciente”, diz Simões. Mas atenção: a idéia é que as pessoas peguem apenas o que precisam e não aceitem a doação simplesmente porque é “de graça”. Isso vai contra as regras de etiqueta da comunidade, que pode passar a preterir essa pessoa em outras negociações, caso um comportamento indesejado seja identificado. Até porque ao pegar algo desnecessário pode-se estar impedindo que uma entidade sem fins lucrativos – como várias que fazem parte do site – tenha acesso a um bem. Sem falar no vários estudantes em busca de móveis ou objetos de utilidade para suas repúblicas
A idéia do Freecycle fez tanto sucesso que já ganhou concorrentes, entre eles o Freesharing.org, que surgiu como uma dissidência do original. Mas o único que tem grupos no Brasil, por enquanto, é o Freecycle.
(Envolverde/Instituto Akatu)
Não viva no passado, não sonhe com o futuro, concentre a mente no momento presente.
A Luz que brilha mais do que bilhões de sóis juntos
Jamais desista de viver! Porque você é bem mais do que aparenta. Arde em seu coração o fogo estelar. Nada pode apagá-lo, pois é a Luz do Eterno... Você é fruto do maior Amor de todos! Aquele “Amor Que Gera a Vida”, que não se explica, só se sente. E somente Ele poderá compreender o que se passa em seu coração.
Portanto, não se deixe abater pela incompreensão dos homens, que são meio cegos para a verdadeira luz de cada ser. Há alguém maior que conhece você, mesmo antes de sua descida aqui. E Ele também sabe o dia de sua partida de volta para casa extrafísica. Só Ele conhece você verdadeiramente! Independentemente de sua idade, raça, sexo, religião ou condição social, Ele vê o espírito de luz que você é. Ele sabe o que você sabe! E também o que você desconhece... Por isso, não desista de viver! Vale a pena, só por sentir que há alguém maior sabendo o que rola dentro de cada coração. Só por saber que há uma luz que brilha mais do que bilhões de sóis juntos, e que é a essência da alma... Aquela luz que mora no coração.
Wagner Borges
Amigos fazem dois meses que comecei minha batalha, e acreditem estou vencendo dia após dia.
Muitas vezes penso que estou sonhando, mas na verdade estou vencendo.
Hoje o que mais tenho certeza é de que quando realmente queremos e desejamos nosso objetivo é alcançado, sem dúvidas, vencemos.
Um grande beijo para todos meus blogamigos sumidos e desaparecidos, e para aqueles que dão o ar da sua graça todos os dias.
O meu domingo realmente foi inesquecível, agora sou madrinha de papel passado rsrsrsr da Letícia.
A família esteve toda reunida, o dia estava lindo, portanto a semana promete ser a melhor.
No final de semana que está por vir completarei 38 anos....muita gente não gosta do aniversário, mas eu particularmente adoro, penso ser o dia mais importante.
E para iluminar mais ainda essa semana quero compartilhar com vocês a beleza de minhas princesas.
Uma Fadinha... para Você
Para iluminar seu caminho, para colocar ordem na sua vida, para você ter sempre a certeza, de que ela está ao seu lado, em todos os momentos. Em qualquer situação, na sua tristeza e na sua alegria.
E mesmo que você se esqueça delas as vezes, ela estará sempre do seu lado, lhe ajudando, lhe dando conselhos, lhe conduzindo na sua estrada, as vezes triste, as vezes alegre.
Ela sempre vai dar o melhor de si, para lhe ajudar, e em troca disso, ela só quer que você saiba dela, que acredite nela. Não precisa saber o nome da sua Fadinha, basta lembrar dela como uma luz, a iluminar o seu caminho.
E você pode ter certeza de que ela é assim, uma imensa luz, que não se apaga nunca, que não fica fraca, que jamais perde sua força e seu brilho.
Uma linda Fadinha... para você... Que você possa contar com ela, Sempre.... que Deus ilumine seu caminho sempre.
E ser feliz, é a escolha que cabe a você nesse momento.
Faça você por merecer!Você sabe que, como todo mundo, merece ser feliz, não sabe? Mas, por favor, não se compare com ninguém. Entenda que você é único. Lance seu desafio ao universo e diga: agora é minha vez!!! Sua determinação é do tamanho da sua necessidade. Uma estrada só se vence quando se dá o primeiro passo o sem olhar para a distância. Faça coisas simples e de forma simples.
Não viva de aparências. Seja você mesmo e se aceite. Faça de cada dia, um novo dia de vitória. Diga antes de levantar "bom dia" para a pessoa mais importante de sua vida: você mesmo! (Olhe no espelho). Você está pronto para prosperar...
Agora é sua vez.
Texto Ronaldo Magalhães
Um final de semana maravilhoso para todos, o meu será pois vou batizar minha afilhada amada LETÍCIA.
Às vezes no silêncio da noite
Eu fico imaginando nós dois
Eu fico ali sonhando acordado
Juntando o antes, o agora e o depois
Por que você me deixa tão solto?
Por que você não cola em mim?
Tô me sentindo muito sozinho
Não sou nem quero ser o seu dono
É que um carinho às vezes cai bem
Eu tenho os meus segredos e planos secretos
Só abro pra você mais ninguém
Porque você me esquece e some?
E se eu me interessar por alguém?
E se ela de repente me ganha?
Quando a gente gosta
É claro que a gente cuida
Fala que me ama
Só que é da boca pra fora
Ou você me engana
Ou não está madura
Onde está você agora?
Dedico o post de hoje a uma pessoa que está muito distante, mas que é muito especial,
se hoje estou aqui blogando é graças a ele que me incentivou.
Na verdade ele não está mais postando, mas é impossível esquecer pessoas que são importantes para nós.
Muitas pessoas com a sensibilidade acima da média, possuem uma percepção supra-sensorial em relação às realidades dimensionais que as circundam. Por isso sofrem e comumente não se adaptam plenamente ao sistema de valores da sociedade de consumo e ao ritmo veloz dos grandes centros urbanos.
A vida, nesses centros populacionais, tem se tornado cada vez mais opressora. Antes era só a agitação das grandes cidades. Agora, à agitação soma-se a violência, a competitividade, o estresse do trânsito, o empobrecimento das relações humanas e o principal: o risco de ser consumido pela sociedade de consumo.
Registrou, certa vez, Krishnamurti: "uma mente torturada, frustrada, moldada pelo que a rodeia, que se conforma à moral estabelecida é, em si própria, confusa; e uma mente confusa não pode descobrir a verdade".
Para a pessoa hipersensível, que possui uma aguçada percepção das realidades dimensionais que a circundam, viver em sociedade onde predominam valores de consumo, não é nada fácil no sentido da sua adaptação a valores propostos pelo modelo materialista/capitalista de sociedade.
Em relação a isso, algumas pessoas que lêem meus artigos, costumam escrever-me contando suas dificuldades e até seus dramas na tentativa de adaptarem-se ao estilo de vida exigido pelo modelo consumista em que estamos inseridos. O desequilíbrio, a desarmonia, são as palavras que mais leio ou ouço desses médiuns ou sensitivos que desconhecem possuir a capacidade extra-sensorial ainda latente.
Diante de tal situação, podemos questionar: O que fazer para que essa "onda consumista" que envolve a todos, não desestabilize psíquica e espiritualmente pessoas mais sensíveis que se enquadrem a esse perfil? Ou, apesar do "caos" instalado nas grandes metrópoles, como conciliar valores materialistas necessários à sobrevivência com o desenvolvimento de valores espirituais inerentes à nossa natureza? Ou ainda, O que fazer para não ser consumido por essa onda ou por esse caos?
Partindo-se do princípio de que no sentido individual cada experiência humana é única e intransferível, observamos que as respostas aos nossos questionamentos não são fáceis de se obter. Porém, no sentido coletivo, à medida que as experiências de vida apontam um determinado perfil humano, fica mais fácil entendê-las como fazendo parte de um contexto vital que possa servir como sugestão (ou parâmetro) entre semelhantes. Compreendido dessa forma, creio ter algumas dicas a passar aos amigos e amigas que estão se identificando com o que estou escrevendo nesse momento.
Então, vamos lá, existem alguns passos a dar!
Primeiro passo: Cultive a sua própria personalidade.
Segundo passo: Seja vigilante, não se deixe envolver pelo frenético ritmo dos acontecimentos diários.
Terceiro passo: Cultive o discernimento no sentido das escolhas, ou seja, "o que é melhor para mim que possa acrescentar em qualidade de vida".
Quarto passo: Aprenda a gostar de seu corpo, dedique alguns momentos da semana para a prática de uma atividade física que seja relaxante para o corpo e a mente.
Quinto passo: Seja original, não despreze ou se afaste muito da linha natural da vida. Mantenha contato com a natureza, nem que seja em contato com uma árvore ou um canteiro de flores e gramas, etc.
Sexto passo: Procure momentos de recolhimento e de elevação do pensamento. A prece, a meditação ou técnicas de direcionamento equilibrado do potencial mediúnico, podem acrescentar qualidade em termos de autoconhecimento.
Sétimo passo: Evite excessos de toda ordem. Todo excesso é prejudicial ao sentido vital de equilíbrio.
Oitavo passo: Evitar o consumo é impossível. No entanto, evitar ser consumido pelo sistema é possível, basta cultivarmos a lucidez e separar em níveis de importância o que é útil e o que é supérfluo em nossas vidas.
Nono passo: Se você chegou até aqui, está a meio caminho de alcançar a felicidade possível. A outra metade do caminho dependerá de sua perseverança em continuar avançando. Não desista!
Comentário final O mais importante nessa caminhada, é atingirmos a visão da vida inserida em um contexto cósmico, cujo significado dessa descoberta transcende em número e gênero todas as experiências do nível dimensional da matéria. E essa visão/conhecimento é imprescindível para que consigamos alcançar um nível de maior importância ainda: o equilíbrio bio-psico-espiritual. Harmonizados, seremos livres e independentes para seguir a nossa jornada existencial. Siga em frente!
Psicanalista Clínico e Interdimensional. www.flaviobastos.com
Recebi esse prêmio da amiga Tereza - http://tkfreire.zip.net, confesso que fiquei extremamente feliz, porque não é sempre que as pessoas visitam meu blog, as vezes penso até que as postagens não estão sendo legais, mas mesmo assim insisto naquilo que acredito. Obrigado amiga Tereza!!!
Agora minha tarefa é repassar para outros cinco blogs e quem o receber, deve colocar o nome do autor do prêmio, juntamente com o nome do Blog que ofereceu, devidamente linkados e colocar todos os nomes escolhidos com seus links correspondentes, para que possam ser visitados.
A escolha dos Blogs, deve ser pela Criatividade, Design, Conteúdo próprio utilizado e que tenha contribuido com a comunidade Blogger, independente de qualquer idioma.
Vale a pena sonhar e vale a pena apostar nos sonhos!
Tudo se torna realidade quando acreditamos que é possível ir mais além, que existe muito mais do que podemos sequer imaginar ou compreender!
Hoje sei que o Universo é muito mais do que a minha consciência hoje consegue "ver" e sinto que posso erguer-me simplesmente!
A cada dia que passa a necessidade de descomplicar impera na minha vida... faço tudo sem esforço e dedico-me a mim como nunca antes!
Descobri que o amor por mim mesma tem que estar acima de tudo, que tenho que amar o meu corpo como a mais nenhum outro! Eu sou a flor mais bonita do meu jardim!
Sempre quis ser perfeita e sempre sofri quando sentia que fazia algo errado, ou melhor, abaixo dos padrões que eu estabelecia como perfeitos... e ali ficava, com a mente pendurada num passado mais ou menos distante, pensando como devia ter feito, como teria sido mais perfeito!
Hoje ACEITO!
Tenho a consciência tranquila de tudo o que fiz, e ter a consciência tranquila é saber que fiz sempre o que sentia ser o correcto... com impulsividade ou não!
Hoje descobri a sentir a minha presença e a perceber melhor as situações em que sou impulsiva! Compreender-me melhor, com carinho e tolerância! Compreender os ciclos que eu vivo e que ainda não atingi a perfeição, mas que neste momento, sou o mais perfeita possível!
Aqui no sul, mais exatamente no planalto norte catarinense está fazendo muito frio, mas muito frio mesmo, ontem foi registrado a menor temperatura nos últimos 14 anos, nada menos que 4 graus negativos.
Ao acordar parecia que estavámos dentro de uma geladeira quase virando sorvete rsrsrs.
Apesar do frio, a paisagem compensa.
Mas no caminho para o trabalho parei, registrei, e quando seguia para o trabalho encontrei três moradores de rua num ponto de ônibus, deitados , com pedaços de cobertores, e desde então essas pessoas e todas aquelas que passam frio e fome não saem da minha cabeça.
Meu primeiro pensamento foi comprar três cobertores para aqueles três homens, mas será que eles iriam usar realmente ou iriam vender para comprar bebidas???
Aqui na minha cidade não é comum essa cena, mas depois pensando melhor os cobertores talvez iriam amenizar um pouco do frio que eles estavam sentindo, mas eles precisam comer certo???
Passei a tarde pensando naqueles homens, e resolvi ligar para assistente social da Prefeitura, então ela me disse, que eles já haviam sido encaminhados para um abrigo, e pasmem, eles não querem ficar lá, fugiram, e que não podem ser obrigados a permanecerem também.
Apesar de não ter resolvido nada, nem comprado os cobertores, aindo penso neles e quem sabe encontre uma maneira de ajudá-los.
Apesar de Altamira estar a "apenas" 450 quilômetros em linha reta de Belém, são necessárias quase 24 horas de viagem de ônibus da capital paraense até lá. E as companhias aéreas locais cobram pelo trecho o mesmo preço de passagens para o Rio ou São Paulo, a mais de 2 mil quilômetros dali. Então, a despeito da grande vontade que tive de comparecer à manifestação dos povos indígenas do Xingu contra a construção da hidrelétrica de Belo Monte, resolvi ficar em Belém e acompanhar o seu desenrolar de casa, pela mídia e pelas notícias trazidas pelos amigos que lá estiveram. No artigo que publiquei no dia 21 de maio, após o incidente envolvendo os índios armados de facões e o engenheiro da Eletrobrás, defendi que o corte em seu braço direito foi provavelmente acidental. Escrevi que ele obviamente não foi "atacado a golpes de facão" como noticiou em peso a grande imprensa, pois, se o fosse, teria inevitavelmente morrido, e que o corte foi uma ameaça simbólica, ou uma conseqüência não intencional.
De uma forma ou de outra, o episódio foi providencial para que a manifestação contra a hidrelétrica ganhasse o espaço que ganhou, por alguns poucos dias, na imprensa nacional (que ignora a problemática sócio-ambiental da usina) e internacional. Defender hidrelétricas abertamente não é problema para a grande mídia, mas as notícias têm seu espaço regulado também pelo grau com que podem ser bombásticas. A Eletrobrás também imediatamente minimizou o ocorrido. Após a fase de condenação aos índios, o assunto rapidamente morreu, como parece ser do interesse dos defensores do represamento.
Na imprensa, uma das declarações não totalmente certas, dada por defensores dos índios, foi a de que os Kayapó teriam ficado "muito tristes e arrependidos" com o ocorrido. É certo que alguns índios realmente reprovaram a agressão, mas soube também que vários dançaram em seguida, levando como troféus os trapos da camisa rasgada do representante da Eletrobrás e seguiram dançando festivamente noite adentro.
A imprensa explorou o episódio de forma rasteira. Quando parte dos Kayapó que estiveram no encontro da aldeia Gorotire chegaram à sede da FUNAI da cidade de Redenção (a cidade mais próxima de sua aldeia no Sudeste do Pará), uma equipe do Fantástico já os aguardava para uma entrevista-surpresa. O cacique Ireô disse então, em uma entrevista algo confusa (certamente pelo choque de culturas), que ali estavam "índios de verdade, não de mentirinha". Em algum ponto, o cacique disse ainda que o governo estava provocando ali uma "guerra mundial".
A expressão "guerra mundial", fisgada do meio da entrevista, foi usada por um editorial do jornal Estado de S. Paulo para compará-lo, ironicamente, a "um indignado chefe de Estado mandando recado a um colega persona adversa". A partir daí, o redator do texto muda de assunto e ataca a questão da luta pela demarcação contínua de Raposa Serra do Sol, em Roraima, que não tem nada a ver com a questão dos Kayapó no Pará, passando então às invasões da Funasa por outros índios, em Cuiabá. E defende o general Augusto Heleno, quanto à ameaça, real ou imaginária, à soberania nacional representada pelas Terras Indígenas. Para concluir, o editorial pergunta: "não estaria essa idéia (da formação de nações independentes dentro do território brasileiro) bem ilustrada na advertência de guerra mundial do cacique Kayapó?".
A resposta é fácil para quem conhece minimamente os Kayapó: não. Isso é o que dá botar uma repórter, despreparada, que não conhece nada sobre aqueles índios, para falar de surpresa com o cacique, honestamente empenhado em passar o seu recado, mas ingênuo quanto ao jogo maior de poder e interesses. Explico: os Kayapó possuem algumas gírias bastante particulares em português, usadas para conversar com os brancos. "Guerra mundial", por exemplo, significa somente uma grande confusão. Um índio pode muito bem dizer assim: "vai ter guerra mundial se minha mulher me ver com aquela menina!". E é justamente esse o sentido da expressão no recado do cacique: que, se o governo insistir na construção das hidrelétricas haverá muita briga, confusão, resistência. E não que os Kayapó pretendem proclamar a independência de sua "nação" bem no meio do território brasileiro, como na troca de bolas do Estadão com o objetivo de confundir o leitor, desviando-o da questão central, que são os impactos ecológicos e sociais da construção das hidrelétricas no Xingu.
Outro problema do editorial foi dizer que a reação dos índios aconteceu quando o engenheiro "lhes dava informações sobre o projeto de construção da Usina de Belo Monte, mostrando o quanto se tentava reduzir o inevitável impacto ambiental da obra".
Ora, o impacto só é inevitável se a obra for inevitável. Imagine o leitor que alguém de repente chegue e lhe diga: "Olha, acostume-se com a idéia de que vamos ocupar todo o seu jardim com uma obra permanente, mas que trará menos malefícios do que aquele projeto anterior que iria destruir parte da sua casa também". Você gostaria? Eu não. Os índios não querem informações. Não querem a obra e ponto final. Basicamente, o engenheiro disse a eles que é bom que se acostumem com a idéia, porque a obra vai acontecer de uma forma ou de outra. E foi essa afirmação que enfureceu os índios.
Nunca estive na cidade de Altamira, mas pretendo conhecê-la em breve. Sei que está localizada no centro no Pará e na beira do rio Xinguzão, que é muito interessante e relativamente pequena, com cerca de 50 mil habitantes. E dizem que vive ali muita gente legal e engajada na questão da preservação do meio ambiente. A cidade teve sua origem nas missões dos jesuítas, na primeira metade do século XVIII. Quando a Rodovia Transamazônica (BR-230) foi aberta, na década de 1970, fez um significativo e estratégico desvio no trecho entre Marabá (a leste) e Itaituba (a oeste), para interceptá-la mais ao norte, ambas as cidades vizinhas estando a centenas de quilômetros de lá.
Altamira ainda não dispõe de acessos pavimentados e a única rodovia utilizada para chegar lá é a Transamazônica, ainda não asfaltada naquele trecho.
O mapa do município de Altamira é um imenso retângulo de orientação norte-sul, acompanhando, rio acima, todo o curso do rio Xingu a partir da cidade propriamente dita até o limite com o estado do Mato Grosso, ao sul. Dali para frente é território indígena, e hoje também de muitos ribeirinhos e de alguns poucos fazendeiros que avançam rapidamente por estradas clandestinas mata-adentro. Segundo a Wikipédia, "Altamira possui uma área de 161.445,9 km², o que a torna o maior município do Brasil e do mundo em extensão territorial", maior que o estado do Acre ou do Ceará, que a Grécia ou o Nepal. Esta disparidade na extensão territorial explica-se pela particularidade de que os povos indígenas que vivem ao longo do Xingu não vivem em cidades.
Além de garantir o "aproveitamento energético" do Xingu, a seqüência de hidrelétricas planejada ao longo deste rio também pretende estabelecer um eixo de colonização ao longo do município no sentido norte-sul, quebrando este imenso bloco de territórios indígenas. Daí o grito de guerra dos índios.
Rodolfo Salm, PhD em Ciências Ambientais pela Universidade de East Anglia, é pesquisador do Museu Paraense Emílio Goeldi.
Se pudéssemos ter consciência do quanto nossa vida é passageira, talvez pensássemos duas vezes antes de jogar fora as oportunidades que temos de ser e de fazer os outros felizes. Muitas flores são colhidas cedo demais. Algumas, mesmo ainda em botão. Há sementes que nunca brotam e há aquelas flores que vivem a vida inteira até que, pétala por pétala, tranqüilas, vividas, se entregam ao vento.
Mas a gente não sabe adivinhar. A gente não sabe por quanto tempo estará enfeitando esse Éden e tampouco aquelas flores que foram plantadas ao nosso redor. E descuidamos. Cuidamos pouco. De nós, dos outros. Nos entristecemos por coisas pequenas e perdemos minutos e horas preciosos. Perdemos dias, às vezes anos. Nos calamos quando deveríamos falar; falamos demais quando deveríamos ficar em silêncio.
Não damos o abraço que tanto nossa alma pede porque algo em nós impede essa aproximação. Não damos um beijo carinhoso "porque não estamos acostumados com isso" e não dizemos que gostamos porque achamos que o outro sabe automaticamente o que sentimos.
E passa a noite e chega o dia, o sol nasce e adormece e continuamos os mesmos, fechados em nós. Reclamamos do que não temos, ou achamos que não temos suficiente. Cobramos. Dos outros. Da vida. De nós mesmos. Nos consumimos. Costumamos comparar nossas vidas com as daqueles que possuem mais que a gente. E se experimentássemos comparar com aqueles que possuem menos?
Isso faria uma grande diferença. E o tempo passa... Passamos pela vida, não vivemos. Sobrevivemos, porque não sabemos fazer outra coisa. Até que, inesperadamente, acordamos e olhamos pra trás. E então nos perguntamos: E agora? Agora, hoje, ainda é tempo de reconstruir alguma coisa, de dar o abraço amigo, de dizer uma palavra carinhosa, de agradecer pelo que temos.
Nunca se é velho demais ou jovem demais para amar, dizer uma palavra gentil ou fazer um gesto carinhoso. Não olhe para trás. O que passou, passou. O que perdemos, perdemos. Olhe para frente! Ainda é tempo de apreciar as flores que estão inteiras ao nosso redor. Ainda é tempo de voltar-se para Deus e agradecer pela vida, que mesmo passageira, ainda está em nós. Pense!... Não o perca mais!...
Cada vez que ponho uma máscara para esconder minha realidade, fingindo ser o que não sou, faço-o para atrair o outro e logo descubro que só atraio a outros mascarados distanciando-me dos outros devido a um estorvo: - A máscara.
Faço-o para evitar que os outros vejam minhas debilidades e logo descubro que, ao não verem minha humanidade, os outros não podem me querer pelo que sou, senão pela máscara.
Faço-o para preservar minhas amizades e logo descubro que, quando perco um amigo, por ter sido autêntico, realmente não era meu amigo, e, sim, da máscara.
Faço-o para evitar ofender alguém e ser diplomático e logo descubro que aquilo que mais ofende às pessoas, das quais quero ser mais íntimo, é a máscara.
Faço-o convencido de que é melhor que posso fazer para ser amado e logo descubro o triste paradoxo; o que mais desejo obter com minhas máscaras é, precisamente, o que não consigo com elas.
(Gilbert B. Lazan)
Vá adiante
Encontre novos horizontes.
Viva outros amores.
Contemple o pôr do sol.
Invista em novas amizades.
Sinta a chuva a banhar o seu corpo.
Ria muito mais.
Assuma suas fraquezas, não com tristeza, mas com a certeza que você tem muito mais qualidades.
Reconheça-se especial e encontre dentro de você a potencialidade que nem imaginava que existia.
Declare os seus sentimentos sem vergonha.
Peça colo quando sentir necessidade.
Demonstre carinho, sempre.
Seja fraterno com todos que cruzarem o seu caminho.
Recomece quantas vezes for necessário.
Admita os seus enganos, isso mostra que está evoluindo.
Viaje pelo seu íntimo e descubra coisas fantásticas.
Converse com a lua sem receio de parecer louco.
Olhe as estrelas e perceba que não precisa estar ao lado delas, para também ser uma.
Conheça novos lugares e sinta sensações diferentes.
Batalhe por aquela mudança que muito deseja, lembrando que se não der o primeiro passo, ela jamais se tornará verdade.
Confie mesmo que estiver enfrentando a maior tempestade, porque aquele que crê, sempre enxerga uma saída.
Sorria para o dia que se inicia e perceberá como receberá muitos outros sorrisos.
Pense positivo e encontrará mais forças para enfrentar os desafios.
Acredite que pode prosseguir e perceberá como o caminho se tornará mais iluminado.
Declare o seu amor a vida e compreenderá o quanto essa existência é especial e quantas oportunidades de progresso espiritual estão a nossa frente
Ouse, não tenha receio de trilhar um novo caminho, porque alegrias e tristezas fazem parte da nossa jornada evolutiva.
Compartilhe o talento que o Pai lhe deu com todos que encontrar, pois um talento deve se unir a outros talentos e assim multiplicamos as energias para continuar a caminhada.
Aprenda com todos os momentos que viver, seja ele de felicidade ou sofrimento, porque a cada instante, novas lições chegam até nós e subimos mais um degrau rumo ao Pai.
Ilumine caminhos, porque só assim, também terá o seu caminho iluminado quando necessitar.
Não adianta
querer mudar o parceiro(a). Quando o relacionamento não está dando certo a gente
tem a tendência de querer mudar o outro.
É hora de parar e se perguntar:
o que eu posso mudar em mim para produzir resultados diferentes? E ao ter a
coragem de empreender essa viagem ao encontro da sua verdade, você vai descobrir
que o mundo é um espelho e que assumindo a responsabilidade por si mesmo(a) vai
atrair para a sua vida um relacionamento de cumplicidade, sem as lantejoulas e
os brilhos da fantasia mas com a força e o poder do verdadeiro
amor.
Aprendendo a ser cúmplice: passo a passo
- Diga
claramente o que é importante para você.
- Não espere nada em troca do
que você dá. Dar pensando em receber é manipulação, o contrário da
cumplicidade.
- Olhe para dentro de si naquelas situações que a incomodam
e saiba porque se sente desta maneira. Então, coloque o que sente para o
parceiro e veja que atitude ele vai tomar.
- Espere que a situação
melhore. Se ainda assim, nada mudar, pense que a cada momento fazemos uma
escolha. E você pode escolher não conviver com uma situação que vai contra os
seus valores.
- Procure se colocar no lugar do outro e se pergunte o que
gostaria que ele fizesse caso a situação de desagrado fosse inversa.
-
Seja uma princesa encantada – essa é a melhor maneira de encontrar um príncipe
encantado.
- Reconheça seus erros e peça desculpas ao perceber que está
aborrecida com ele apenas porque ele não está cumprindo o roteiro que você
traçou para a relação de vocês.
- Faça um auto-exame. Dedique alguns
momentos do seu dia para descobrir o que está faltando, o que voc está
precisando e dê a si mesma aquilo que precisa.
- Entenda que uma relação
de dependência não pode ser ao mesmo tempo uma de cumplicidade.
- Seja
responsável por você mesmo(a).
- Reconheça que o que incomoda muito no
outro é aquilo que não queremos ver em nós mesmos.
- Procure ajuda se não
estiver conseguindo perceber o que se passa dentro de você. O auto-conhecimento
é a chave da felicidade.
- Lide com a realidade de cada momento
consciente de que a vida não se repete.
- Pare de buscar o super homem.
Um homem de carne e osso tem dificuldades, medos, fragilidades. Compartilhe os
bons e os maus momentos e estará criando uma base sólida para o
relacionamento.
- Seja parceira de si mesma antes de ser parceira do
outro.
- Entenda que toda frustração é planejada. Não temos que esperar
nada de ninguém. Podemos ter esperanças mas nunca
expectativas.